Sobre Butterfly

Estudante de Jornalismo, apaixonada, virginiana, mãe, um pouco feminina, um pouco moleca, sempre mulher. Gosto de música, filme, poesia, romance e bom-humor. Não gosto de meias verdades, covardia, estresse e novela mexicana.

Obra da categoria ficção científica (de J.J. Benítez, publicada pela editora Mercuryo, 558 páginas) na qual o autor narra, como verdadeiros, os eventos do diário de um Major da Força Aérea dos Estados Unidos onde constariam detalhes de uma missão secreta: uma viagem no tempo, até o ano 30, para acompanhar os momentos antecedentes e posteriores à crucificação de Jesus Cristo.

As primeiras páginas relatam a maneira que o autor conheceu o Major e a forma como teve acesso ao diário secreto da missão. A partir do acesso ao diário as páginas tornam-se, em primeira etapa, recheadas de detalhes de planejamento, tecnologia e comportamento dos homens envolvidos no projeto. Em segunda etapa, já no ano 30, os detalhes mudam para o cenário da cidade santa e os personagens que faziam parte do cotidiano de Jesus Cristo, além de detalhes específicos do próprio Nazareno. Ao longo da narrativa os eventos são comparados às escrituras sagradas, outros livros evangélicos e de historiadores.

Riquíssimo em particularidades que podem deixar alguns leitores intrigados entre ficção e realidade – independentemente de religião e crença pessoal – o livro proporciona leitura prazerosa introduzindo o expectador, ao longo da narrativa, em pequenas reflexões: comportamento humano, divindade, espiritualidade.

O autor revela-se um exímio estudioso da época, fato que leva o leitor a viajar para uma emocionante aula de história. É como se transformasse o livro em uma janela, permitindo partilhar de paisagens e aromas do passado. Alguns detalhes podem ser tidos como verdadeiros. Outros, porém, deixam dúvidas pairando no ar…

 

Canetas

Pegar uma caneta e rabiscar algo: situação comum que nos acompanha desde antes dos tempos de escola. Mas nem sempre foi assim, fácil. As primeiras escritas foram feitas com objetos de madeira ou ossos pontiagudos que marcavam tijolos. Na era do papiro usavam-se objetos – como penas de ganso e bambu – molhados em tintas vegetais. Tempos depois surgiram outros modelos que foram aperfeiçoados até a maneira que conhecemos hoje.

Para muitos profissionais é uma preciosa ferramenta, necessitando estar sempre à mão. Para poucos representa capricho, estilo, coleção. Para outros, inspiração: facilita o processo de transformar pensamentos e sentimentos em letras num papel. Caneta é um objeto simples que pode custar de centavos a milhares. Pode ser industrializada, artesanal, improvisada e, agora, ecológica.

No mercado já existem disponíveis modelos feitos com material reciclado, como: papel, papelão, embalagens tetra park, pet, serragem de madeira, reflorestamento de eucalipto, etc., e material plástico biodegradável. A principal diferença é que a embalagem de uma caneta comum pode demorar 400 anos para se decompor na natureza. As canetas biodegradáveis levam em média 180 dias.

A função é a mesma. A vantagem é que a utilidade e a inspiração podem se unir à responsabilidade.

O planeta agradece!

 

Referências:

Plásticos Biodegradáveis:

http://www.resbrasil.com.br/

http://www.youtube.com/watch?gl=BR&hl=pt&v=LBIt-iJC_NU

Canetas ecológicas:

http://www.canetasecologicas.com.br/

Bic ecolution:

http://www.bicgraphic.com/servlet/OnlineShopping/bgb?DSP=670

 

imagem de teiaportuguesa.com

Desde os primeiros manuscritos, o surgimento da impressão, até a exploração dos livros digitais ocorreram grandes mudanças.

No princípio os livros eram exclusividade de quem possuía maior poder, como a igreja e o governo. Posteriormente, com o progresso de novas tecnologias para a fabricação de papel e o surgimento da impressão, estes passaram a romper barreiras e alcançar maior quantidade de leitores. Atualmente, com o avanço tecnológico, os livros estão disponíveis em formatos digitais, prontos para serem lidos em diversos suplementos eletrônicos.

A real importância dos livros para a história da humanidade é evidente: dividir conhecimentos adquiridos por outras pessoas que jamais conhecemos, ou ainda partilhar nossos conhecimentos com estas mesmas pessoas. Sem as informações registradas nos livros nós perderíamos parte da história, de nossas experiências tecidas, como já ocorreu com grandes civilizações antigas em que, até hoje, seus feitos são cercados de mistérios. Perder a história é como perder a memória, parte de nós…

Com a febre digital e o acesso gratuito aos livros eletrônicos (e-books), os livros físicos perdem cada vez mais espaço. A grande difusão de informações que ocorre com os modelos digitais acaba sendo importante, pois o conhecimento deve ser partilhado. Por outro lado, sua exploração obriga a sociedade a refletir sobre questões éticas, autorais, e o futuro dos livros impressos e digitais.

A tecnologia pode fornecer imensa praticidade, mas não se compara ao prazer de se ter um livro físico nas mãos, poder folhear suas páginas e sentir o cheiro da história que carrega.

* título emprestado da frase do autor Aldous Huxley

 

Acredita-se que o ser humano é movido por uma força universal. A saga Star Wars (Guerra nas Estrelas) utiliza este mesmo nome: a força. Algumas religiões classificam como Deus, fé, amor, etc…; Freud como pulsão; Schopenhauer como vontade; enquanto outros denominam lei mística, poder do pensamento e assim por diante.

Dentre todas as criaturas do planeta Terra, o homem é o detentor da consciência, de sua condição como vivente. O fato de conter essa força o torna, em parte, um “super ser”. Porém, acima de tudo, humano. O lado humano, teoricamente, justifica as fraquezas. Sabemos das coisas. Sabemos como funcionam, porém, não há esforço de massa para alterar uma realidade, a menos que sejamos diretamente afetados por esta de forma negativa. É ilusão pensar que não somos. Mas enquanto não acontece o pior do pior do pior, nos acostumamos a esperar um pouco mais.

Dessa tolerância vem a degradação. Falo de pessoas, do meio ambiente, de valores, de ideais, de sentimentos… Nos enchemos, dia após dia, de algo demasiadamente raso. Mas, nem tudo está perdido. Não vamos esquecer o nosso “super” que permite realizar boas façanhas. Com ele sabemos que “yes, we can”!

Sabemos que para mudar é simples: basta começar. Basta darmos o primeiro passo na mesma direção.

Pessoas andando
Imagem retirada do site www.jubarreto.wordpress.com