Sobre Lili Belotti

Um pouco de menina, um tanto de mulher...apaixonada pela vida e em constante mudança!!!

Me encontro no desencontro…acho coisas que nem sabia que tinha.

Cada dia torna-se uma nova batalha, batalhas que eu não pensei ser forte o suficiente para vencer…algumas até venci…as seguintes não sei como serão…

Estarei pronta?

Terei força?

Sinceramente não sei…só sei que tenho uma grande torcida que me carrega quando as forças acabam, e só por isso eu posso dizer : “Da luta não me retiro, me atiro do alto e que me atirem no peito, da luta não me retiro!”

Escrever sobre o ato de escrever.

Fácil num primeiro instante, mas desafiador, afinal tenho que buscar no mais íntimo hábito de “não ter sentido” um sentido.

Transpor em palavras sentimentos que nem ao menos entendo. Um ato constante de neologismo e nova significação para as palavras, palavras essas que são pequenas e singelas demais para terem uma responsabilidade tão grande quanto a de dar forma aos sentimentos.

Como ousa o escritor?

Que culpa têm as palavras?

Ah, o escritor…esse ser tão louco e criticado…ah sim!

Este ousa tudo, afinal ousa até dar forma aos sentimentos.

Sim, estou falando sobre o ato de escrever (ainda não me desviei do meu assunto e nem pretendo!).

Veja só meu leitor, escrever nada mais é do que isso : pegar uma idéia e divagar (sem medo) sobre ela, mas note, sempre sem medo!

Se queres escrever não pense , escreva! Simplesmente pense , ou melhor , escreva!

Escreva e pense!

Pense e escreva!

Pense!

Pense!

Mas pense com a razão daqueles que não tem razão.

Seja louco!

Ouse ao menos uma vez.

Se ao final de seu “surto” , voltar à razão, deixe que o resultado desse acesso de loucura tenha o mesmo destino que este escrito terá: o fundo (mas bem fundo mesmo) de uma gaveta!