Ciência e Tecnologia

Prince of Persia

O clássico Prince of Persia (1989) foi o primeiro game que joguei em PCs, e junto com Stunts foi o que mais joguei naquele robusto e poderoso 386, o primeiro PC que tivemos em casa (antes disso, tive um MSX, que basicamente era meu video game também).

O jogo tem, desde sua primeira edição, uma jogabilidade incrível! Para quem não conhece, o enredo é simples: um homem vestido com roupas básicas, brancas, apenas conhecido por “o príncipe”, com habilidades físicas excepcionais, tem que percorrer castelos e templos persas, desviando de armadilhas e enfrentando guardiões, para salvar sua “princesa” (Farah).

Apesar das habilidades incríveis, com movimentos muito similares a movimentos reais, a primeira edição do jogo diferenciava-se de outros jogos de aventura por não ter super poderes, magias, raios e etc. Era o príncipe, sua habilidade e sua espada.

Hoje já são pelo menos sete novas edições diferentes do jogo. A primeira reedição saiu pela própria Brøderbund, produtora inicial do jogo. Mas tanto essa quanto a terceira, não pegaram muito. Porém, em 2003 a Ubisoft assumiu o desenvolvimento do game, lançando a edição The Sands of Time (em português, as areias do tempo), com várias modificações, algumas bastante controversas. A primeira delas foi passar para a terceira pessoa (na verdade, outra empresa já havia tentado isso antes, mas sem sucesso). E, para atender ao novo público, foram inseridos também alguns novos “poderes” e magias, que o príncipe recebe ao logo do jogo, como, por exemplo, o controle parcial do tempo.

Nota: Em 2007, a parte ao desenvolvimento da Ubisoft, a Gameloft lançou uma reedição da versão clássica para XBOX, com os mesmos cenários e movimentos, porém aperfeiçoados.

Prince of Persia: The Forgotten Sands (2010)
Prince of Persia: The Forgotten SandsA edição lançada em maio deste ano já é a quinta da Ubisoft. Se comparada à versão de 2003, parece muito diferente, mas para quem acompanha a série edição a edição, não há mudanças substanciais. O que não é necessariamente ruim, afinal, você já sai jogando sem perder muito tempo aprendendo os comandos, movimentos, e etc. Melhoram os gráficos, e aparecem alguns novos poderes. Por exemplo, nesta edição, o príncipe recebe em dado momento o poder de controle do estado da água. Com isso ele consegue “solidificar” cascatas ou colunas de água, e escalá-las.

The Forgotten Sands segue a linha básica, sem muitas novidades, mas é bacana pros fãs da série. Mas a Ubisoft peca nos detalhes. Bugs como portas que não se abrem, por exemplo, é algo que não havia sequer na primeira clássica e inesquecível edição.

O Filme

Neste ano foi lançado também o filme baseado no game: Prince of Persia: The Sands of Time. Confesso que ainda não vi. Na verdade, não gosto muito de filmes baseados em games, talvez porque não me lembre de nenhum que tenha ficado realmente bom. Mas como fã do game, desde sempre, quero ver este, aí volto para colocar minhas impressões em nossa seção decinema.

Prince of Persia: O Filme

Jake Gyllenhaal faz o príncipe no cinema

 

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Atravessando a Abbey Road

Sábado à noite, de papo com um dos meus melhores amigos, ele me pergunta se eu queria visitar Londres com ele. Na hora eu ri, claro. “Espera, quero te mostrar uma coisa…” e eis que ele liga o computador e entra num site com vídeo. A princípio achei que fosse o youtube, mas logo percebi onde eu tinha ido parar: no cruzamento mais famoso do mundo na rua Abbey! A cena na capa do último (e dizem ser o melhor) álbum dos Beatles, que leva o nome da avenida, virou um marco. Eu diria que, considerando as circunstâncias, é happening às avessas. Apesar da suposta previsibilidade, ninguém sabe o que pode acontecer durante a performance.

Eram 21h aqui, então lá já passava das 1h da madruga do domingo, mas com a virada do horário de verão, estamos apenas 3h a menos do que o fuso de lá. À noite, poucas pessoas e poucos carros, mas não sei por qual motivo, razão, circunstância e, nossa, como eu pude lembrar?! Só sei que ao acordar e ligar o meu computador, resolvi acessar o site. Eu penso que isso sim é um verdadeiro reality show. Por uma hora eu assisti, em tempo real, pessoas passando, parando, fotografando, interagindo com a câmera, motoristas respeitando pedestres e pedestres respeitando a travessia somente na faixa, mas não é só isso; eu vi ciclistas dividindo harmoniosamente o asfalto, um pássaro atravessando pela faixa, indo e voltando. Depois um menino de uns 2 anos, aproximadamente, tentando pegar o pássaro. Pai passeando com os três filhos pequenos e outro pai dando tchauzinho pra câmera abraçado aos dois filhos grandes e falando no celular. Eu fiquei imaginando a conversa:

“Olha eu aqui!! tá me vendo? (…) é Abbey com dois B… (…) só ponto com (…) ah, agora tá me vendo? AHH legal!!! HUUAUUA (…) O Nicolas e o Joseph estão mandando um olá [os adolescentes com cara de paisagem do tipo ¬¬](…) ah é? então dá um print na tela. Tem como gravar? (…)”

Eu até vi uma jovem que resolveu parar na avenida mas deu um pulo rápido, porque aquele motorista, pelo visto, não queria esperar. Confesso que eu ri, mas ainda bem que ela não atropelou o carro.

Eu me diverti muito assistindo àquelas pessoas. Vou te levar até lá, aceita ao convite? Então entra!

 

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Usando flash e casamentos

Demorei, não é?

Mas estou aqui de volta! E aí, conferiram a dica anterior sobre profundidade de campo? Se você tentou e deu certo deve ter gostado dos resultados diferentes que conseguiu. Parabéns!

Agora, vamos lá! De tempos em tempos um casamento acontece na nossa vida, um primo, um brother, o companheiro de baladinhas e viagens, uma irmã… Pois então, que tal saber uns “truques” aparentemente inocentes?

Procure um objeto bonito que fique por perto da noiva ou do noivo, se esconda entre ele e os noivos, faça-o de plano de fundo, tente compor a foto como se fosse um lindo quadro. Ache objetos com transparência. Vai gostar.

Outra imagem interessante é você se posicionar em lugares onde os olhos menos atentos estão. Procure lugares mais altos, agache-se.

Quando eu devo ligar meu FLASH?

Dá vontade de dizer: Nuuuunca!!!! Mas nem sempre isso é possível. O flash é uma luz muito dura, ela distorce a imagem real, entende? O bom mesmo é tentar rebater o flash numa parede e a luz que irá voltar, bate no objeto desejado ou na pessoa. Mas a maioria das pessoas possuem aquela câmara compacta, aquela onde o flash vem embutido no equipamento. Assim fica mais difícil, mas nada está perdido. Você se lembra do seriado com o “MacGiver”? Grande mestre!!!! Hahahaha! Você vai fazer uma “gambiarra”1. Pegue um pedaço de papel celofane branco, palitos de fósforo e fita crepe. Faça um quadrado de palitos de fósforo, uns quatro de cada lado tá bom, coloque o celofane pra cobrir o fundo e prenda com a fita, depois coloque essa caixinha na frente do flash. Você fez um difusor de luz. Tire e coloque na hora que tiver vontade, mas ande com a fita crepe no bolso. A luz que sairá de lá já não será mais tão dura, ela vai se espalhar antes de atingir o alvo. Espero que dê certo. Me contem depois.

Listinha de imagens que não podemos deixar num casamento: Noivos (óbvio), pais deles, padrinhos, daminhas e etc… Detalhes da decoração como flores, docinhos, bolo, vestido da noiva, alianças no dedo, o brinde, a dança com o pai e o noivo, a chegada, a saída, o buquê, e é claro…O beijo. Pelo amor de “nossa senhora da boa imagem”, jamais fotografe as pessoas comendo.

É isso aí… Bons cliks!

 

Curiosidade:

Sabia que na Europa as pessoas têm o hábito de fotografar pelas ruas da cidade, em lugares diferentes antes de ir pra festa ou até mesmo um ensaio antes do dia oficial só para ter imagens diferentes.

Continuamos escrevendo com a luz!

 

1 gambiarra: Forma grosseira, mas em muitos casos eficiente, de se fazer uma ligação ou adaptação de algo não convencional.

 

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Criando seu próprio site – parte I

Muitas pessoas me pedem ajuda quando pensam em criar seus próprios sites, blogs, ou, porque não, as duas coisas numa só. Também já criei sites e blogs de várias maneiras, coletivos ou de uso pessoal, desde o rústico e mal tratado Concha Acústica, no antiguíssimo hpG, há uns 10 anos, quando ainda não tinha nenhum conhecimento técnico, seguindo apenas o que aprendi num tutorial do Dreamweaver 2, e usando tralhas como frames e gifs animados, que hoje são aberrações para os profissionais da Web.

Se você pensa em criar seu próprio espaço na rede, seja pessoal, profissional ou coletivo, mas não é um profissional da área, a principal dica que posso lhe dar é: não queira reinventar a roda.

Leve em consideração que muitas pessoas e empresas capacitadas já gastaram bastante tempo desenvolvendo e agrupando componentes que tornarão sua vida muito mais fácil na hora de publicar e, principalmente, manter um site. Também lhe fornecerão uma infinidade de plugins e widgets que agregarão funcionalidades capazes de tornar seu site mais polivalente do que você, mesmo sendo uma pessoa bastante criativa, poderia imaginar.

Portanto, só considere abrir um editor e sair escrevendo código HTML em cinco situações:

  1. Se você é um designer Web e sabe o que está fazendo (o que quer dizer que, provavelmente, só escolherá essa opção nas condições abaixo, ou em algum caso especial).
  2. Se você for construir um site estático, com alterações raras, e com no máximo 5 páginas. Ainda assim, se não satisfizer a condição 1, procure usar editores “visuais” de páginas (tipo o Dreamweaver, ou o FrontPage), e, principalmente, um template fixo.
  3. Se você precisar dar uma cara ao site muito bem definida na sua cabeça, e que você não encontre em nenhum template pronto das ferramentas prontas, não saiba modificá-las para conseguir isso, e não tem dinheiro pra pagar alguém que faça isso por você.
  4. Se o site for todo em Flash (e você souber flash, é claro).
  5. Se você tiver algum tipo de prazer masoquista em aprender essas coisas, que mudam com certa rapidez, e estiver com tempo sobrando, nenhum prazo, e não se importar muito com o resultado final.

Em qualquer outro caso, considere uma das alternativas que apresentarei a seguir, em ordem crescente de complexidade e flexibilidade. São as alternativas que eu já usei um dia, ao menos para testes, e das quais posso falar, mas para cada uma delas sempre há similares por aí.

Google Sites

É a opção mais simplista possível, e você não leva cinco minutos para criar. Você só precisa entrar em sites.google.com, fazer o login com uma conta Google que provavelmente você já possui, escolher um nome e um modelo pro seu site, e pronto.

Você cria e edita páginas por um editor de textos simples, e sempre seguindo os modelos disponíveis. Há também alguns temas disponíveis, todos “meigos”, e é muito prático para escolhas e trocas. E dependendo do modelo que tiver escolhido, já terá funcionando algumas ferramentas, como um blog simples, o Google Calendar, Picasa, e etc.

Mas é só. Não queira alterar a posição do título, formato, tamanho da fonte dos itens do tema, muito menos inventar algum recurso próprio que não dá.

Você poderá deixar seu site público ou compartilhar apenas com quem quiser. O endereço de acesso será, necessariamente, algo do tipo sites.google.com/site/nomequedeuaosite.

Vantagens: É muito fácil, rápido, e de custo zero.

Desvantagens: Os recursos são bastante limitados, e não há possibilidade de usar um domínio próprio, ou seja, um endereço do tipo www.meusite.com.br. Com isso também seu site ficará preso ao Google pra sempre. Nem adianta querer migrar um dia.

É bom pra quê? Pra situações temporárias, por exemplo, quando precisar de algo rápido pra compartilhar informações e arquivos com seus amigos ou sua turma da escola.

Similares: hpGWebfácil, entre outros (muitos), sem a mesma integração com o Google, claro.

Site de exemplo: sites.google.com/site/testedoandigarcia

Blogger.com ou WordPress.com

Se tudo que você precisa é um blog, e não liga muito para recursos extras, o Blogger.com fará esse papel pra você. Também tem a comodidade de você poder integrar com sua conta Google. Possui editor prático e eficiente e uma infinidade de modelos de template prontos, que são relativamente fáceis de editar (com pouco conhecimento de HTML, e uma rápida lida nas “tags” disponíveis pelo sistema deles, você pode rearranjar as informações como quiser). Mas é um blog. Mostrará os posts como um blog convencional, com marcadores e tudo mais que um blog tem que ter.

WordPress.com também oferece tudo isso, porém, tem mais recursos. Você pode adicionar páginas, menus, e uma infinidade de plugins com os mais variados tipos de recursos, do tipo integração com redes sociais, galerias de fotos, entre outros. Pra oferecer tudo isso, a edição dos temas ficou um pouco mais complicada, e exige algum conhecimento de PHP. Mas é mais flexível também.

Os dois sistemas operam diretamente nos servidores deles, ou seja, você não precisa se preocupar com hospedagem e instalação, basta criar seu site e configurá-lo. O endereço, por padrão, terminará em blogspot.com (para o Blogger) e wordpress.com (para o WordPress), mas você pode utilizar seu próprio domínio para abri-los. No WordPress, isso é pago (mas não é caro). E no Blogger, se eu não me engano, o domínio tem que ser .com.net.org… Os nacionais (.com.br, por exemplo) podem não funcionar.

Vantagens: Rápido, prático, não requer instalação e permite uso de domínio próprio.

Desvantagens: Algumas restrições de uso, precariedade de recursos (no caso do Blogger), ou dificuldade para personalização (no caso do WordPress).

É bom pra quê? Como eu disse lá no começo, se tudo que você precisa é um blog, ou uma site pessoal prático e sem muitas frescuras, é suficiente.

Similares: LiveJournalBlogster

Sites de exemplo: anderson-garcia.blogspot.com

Squarespace

Squarespace funciona como o WordPress.com, ou seja, hospedado. O que quer dizer que você também não precisará de instalação, nem de servidor de hospedagem próprio. A diferença é que o Squarespace já nasceu para servir tanto para blogs quanto para websites maiores, enquanto o WordPress foi concebido para oferecer blogs, e depois foi sendo aprimorado e expandido. Com isso, hoje o Squarespace é uma ferramenta com mais recursos e com melhor infraestrutura para suportar sites maiores.

Vantagens: Todas as do WordPress.com, só que com mais recursos, principalmente para edição visual do site. Não requer conhecimento de HTML e CSS.

Desvantagens: É pago (embora não seja caro).

É bom pra quê? Pra quando se quer um site, e não apenas um blog, mas não quer ficar preso a ninguém de TI. E esteja disposto a pagar um pouco por isso.

Sites de exemplo: www.squarespace.com/examples

WordPress

Como assim, WordPress de novo? Sim. Porque, como eu disse, a opção disponível no WordPress.com roda no próprio servidor. Mas você pode ter sua versão instalada (disponível gratuitamente em WordPress.org) em seu servidor de hospedagem. O que lhe dará muito mais flexibilidade na customização do site, e na utilização de outros recursos de um servidor de hospedagem. Um exemplo, com essa alternativa, você pode criar todos os endereços de e-mail que necessita com o endereço do seu domínio, e colocar um menu no WordPress que abra o webmail disponível. Pode enviar arquivos em lote, por FTP, e, principalmente, pode criar e utilizar um banco de dados para incluir informações em seu site. Claro que, neste caso, precisará de um pouco de conhecimento em PHP para buscar essas informações no banco (ou talvez encontre algum plugin capaz de fazê-lo por você).

Vantagens: Traz todos os benefícios da versão “remota”, e acrescenta flexibilidade, portabilidade e utilização de recursos do servidor de hospedagem.

Desvantagens: Requer um plano de hospedagem com suporte a PHP e MySQL (existem gratuitos), e instalação do WordPress (basicamente, fazer upload, descompactar e configurar). Requer conhecimento básico de PHP para fazer modificações nos temas e plugins, se desejado.

É bom pra quê? Dá pra fazer praticamente tudo que um bom gerenciador de conteúdo (ver próximo item) faz. Após o lançamento da versão 3, muitos apostam que seja a nova tendência para a produção de sites pessoais e corporativos.

Similar: MovableType

Site de exemplo: anderson.blog.br

Joomla e Drupal

São dois dos CMS (Content Management System, ou simplesmente gerenciadores de conteúdo) mais populares no Brasil, e em boa parte do mundo. Gratuitos e de código aberto, eles são instaláveis, configuráveis e completamente customizáveis. Possuem comunidades de usuários e desenvolvedores bem grandes, o que contribui para a disponibilização de templates, módulos e plugins para quase tudo, além de facilitar na hora de buscar ajuda.

O uso básico é a inserção de postagens (artigos), páginas e menus, permitindo controle sobre todos esses itens quanto a acesso (quem pode acessar e quando), disposição, publicação, estilo, e etc. Ou seja, somente com a instalação padrão é possível ter acesso a tudo isso sem ser necessário nenhum conhecimento técnico. Somente utilizando o editor de textos próprio do site, e opções e configuração auto-explicativas.

A instalação padrão do Joomla traz ainda suporte já instalado para enquetes, publicidade, estatísticas, entre outras. Cito o Joomla, pois, dos dois, é o que tenho mais experiência de uso, mas não me arriscaria a dizer que é melhor. Para isso vale sempre aquela velha regra: o melhor é o que a gente sabe usar. Mas o Drupal é mais usado, mundialmente.

Vantagens: Facilidade de uso para as mais variadas necessidades, uma infinidade de recursos extras e comunidade bastante atuante.

Desvantagens: Às vezes as possibilidades são tantas que algumas pessoas se confundem no começo. Requer um plano de hospedagem com suporte a PHP e MySQL (existem gratuitos), instalação e configuração (a maioria dos serviços de hospedagem oferecem instalação desses gerenciadores por alguma ferramenta do painel de controle do site).

É bom pra quê? Pra qualquer tipo de site que necessite manutenção e atualização constante ou periódica.

Similares: Xoops, PHP-Nuke, b2evolution, Mambo, TYPO3, e muitos outros.

Sites de exemplo: www.joomla.orgwww.usp.br

Usos específicos

Se o seu site tiver alguma função mais específica, vale a pena conferir se não há uma alternativa voltada para o seu objetivo. Alguns exemplos:

Magento: gerenciador de conteúdos completo para eCommerce.

Moodle: ferramenta de apoio à aprendizagem.

phpBB: gerenciador de fóruns.

CakePHP

Se você é programador PHP e quer criar um site independente, sem CMS, mas não quer sair do zero, pense na idéia de usar algum framework. O CakePHP não é o mais usado, e possivelmente esteja ficando pra trás, mas é bastante útil e prático, e de comunidade atuante também. Foi desenvolvido para ser uma versão PHP do Rails. Não chegou lá. Mas é bacana. Fornece fácil integração com JQueryYUI, entre outras bibliotecas que tanto facilitam nossas vidas.

Site de exemplo: este aqui.

Considerações

As principais vantagens de utilizar softwares já existentes na hora de criar um site é que trazemos agregado todo o conhecimento já empregado em seu desenvolvimento, o que geralmente torna a solução mais robusta (com prevenções à falhas) e completa. Além disso, podemos sempre aproveitar atualizações e novas idéias que a comunidade do software livre disponibilizar para o produto escolhido. Com isso, nosso site poderá ser facilmente atualizado enquanto houver quem desenvolva para aquela ferramenta. Alguns consideram isso uma desvantagem, pois significa que se o suporte ao software cessar um dia, o site ficaria estancado até que se decida pela migração total para outra plataforma. Mas acredite: isso também acontecerá se fizer o site por conta própria. Não há como mantê-lo atual, para sempre, com pequenas alterações. Uma hora terá que reinventá-lo!

Tendências

É difícil falar em tendências para tecnologias, sobretudo porque todas as ferramentas estão em constante processo de melhoria e crescimento. Na revista W do mês passado, por exemplo, havia uma declaração do criador do Squarespace, dizendo que as versões “instaláveis” estavam com os dias contados. Mas na mesma edição, um dos responsáveis pelo Drupal falava sobre seu crescimento, e que já se aproximava do WordPress (o mais usado). E rebatia a teoria cara do Squarespace, pois as versões instaláveis sempre permitirão ir além. Curiosamente, estão lançando uma versão hospedada do Drupal (drupalgardens.com).

Só que nesse meio tempo saiu o WordPress 3.0. E posso garantir: é muito bom! A opinião que ouvi de algumas pessoas da área é que cada vez mais veremos sites feito com esta ferramenta, seja na versão instalada, seja na versão hospedada.

Há aqueles que acreditam que tudo isso será “engolido” pelas redes sociais, ou seja, você não precisará ter um site, pois seu Facebook agregará tudo o que necessita.

Também será importante avaliar qual será o impacto do HTML5 sobre tudo isso, já que a versão promete agregar às marcações nativas muitos dos recursos mais usados através de componentes externos.

Time is money

Ainda que as soluções acima sejam relativamente práticas, e incentivadoras do do it youself, se você não é um profissional de TI, não tem nenhum conhecimento prévio de HTML e CSS, e o tempo é algo precioso para você, considere uma ajuda técnica, de um desenvolvedor ou designer, até deixar o site com a cara que deseja. Com tantos recursos, e principalmente se você já tiver em mente o que quer, fica mais fácil para o profissional, e consequentemente o custo não será tão alto. Assim, pode ter um produto final de melhor qualidade em pouco tempo, e empregar o seu tempo com atividades mais produtivas na sua área. A menos que queira “se divertir” brincando com essas ferramentas.

O mais importante aqui é a praticidade para manter e atualizar o site depois.

Próximos capítulos

Na continuação desta série voltarei ao assunto do HTML5, e também falarei sobre ferramentas de buscas, widgets de redes sociais, entre outras quinquilharias. Na parte 2 o tema será hospedagens e domínios. Mas prometo que será algo bem mais sucinto. :)

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Jogos high definition, hightech, highqueoparta!

Em mês de Copa do Mundo de Futebol, o assunto principal na rede são os jogos, os bolões, as zebras e as vuvuzelas. Parece lugar comum falar em zebra numa copa em continente africano, mas as surpresas não param por aí; enquanto uma maioria aproveita para assistir aos jogos (alguns em fullHD), outros que não querem nem saber do assunto não precisam se sentir excluídos. A tecnologia também está presente no Xadrez e no Bilhar.

Imagine um tabuleiro de 12 pés (3,6 m), com peças de lego controladas por computador. Lembra o xadrez bruxo, mostrado no filme Harry Potter e a Câmara Secreta, com exceção da destruição das peças removidas. Confesso que essa seria a melhor parte, porém nem todos dispõem de 30 mi dólares sobrando, pra jogar somente uma única partida.

É possível conferir o Monster Chess (como é chamado) ao vivo no Brickworld 2010 durante o mês de junho; um evento criado por adultos que são fãs de lego.

Para aqueles que não estão nem pra lá nem pra cá como nerds, que tal um boteco com cerveja de qualidade, uma boa mesa de bilhar e um adversário à altura? Acredite, é possível. A cerveja não é garantida, mas o PR2 é um robô que com um taco nas mãos, ou melhor nas pinças, consegue fazer jogadas certeiras. O mais interessante é a tecnologia envolvida no desenvolvimento desse equipamento.

Na verdade você acredita que futebol ainda é o melhor negócio, mais barato e de fácil acesso, mas não suporta ouvir o zunido daquelas vuvuzelas. Em busca da sua satisfação – afinal agradar o cliente é o dom do negócio, saiba que um alemão não só se preocupou com isso como buscou uma solução para este problema, desenvolvendo uma maneira diferente capaz de filtrar o barulho das vuvuzelas! Com um “”plus”" – não é necessário ter computador!

Se você chegar à conclusão de que não é possível vencê-los, procure a TV mais próxima, convide os amigos e junte-se à vuvuzela deles!

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Boas fotos sem ler o menu da câmara!

Seria isso possível?

Poucos dias pra copa do mundo de 2010. Quero registrar os momentos com os amigos, os parentes e os colegas de trabalho. O que fazer pra obter melhores imagens?

Vamos lá!

Pegue seu equipamento e divirta-se! Se você não tem paciência para ler “toooodo” manual, procure sempre ângulos diferentes. Aqueles onde os olhares desatentos das pessoas do local não perceberam. Vá para baixo da mesa, por trás da TV, registre os olhares na hora da emoção! Se posicione em locais estratégicos, em planos mais altos, mais baixos. Faça de conta que é o olhar de um gato como espectador da cena, talvez uma mosca.

Uma boa dica também é procurar objetos pra colocar em primeiro plano. Quando fazemos isso bem de pertinho, conseguimos desfocar o fundo. Experimente focar uma bandeira do Brasil bem de perto, e pra compor a foto seus amigos no sofá assistindo ao jogo. Uma latinha de cerveja, um apito… Use a criatividade. Fica incrível!

Saiba que o olhar é muito mais importante que a técnica. Contemplando suas novas fotos, você tomará gosto pela coisa e quem sabe até ler “toooodo” manual da sua câmara.

Fique atento para as próximas dicas que daremos.

Bons clicks, bom jogo e sorte pra seleção!!!!

 

Curiosidade:

Você sabia que o nome correto é CÂMARA e não camera?

Por ser uma caixa escura, tem esse nome. Um fio de luz entra nesta caixa e registra as imagens.

Fotografia: FOTO = Luz. GRAFIA = Escrita.

Escrevendo com a luz!

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