Sopro-te
Respiro-te
Para estagnado sob ardor
Mente fixa
Suposições, alucinações, interrogações
Verdades, visões, certezas
Transporto-me ao vendaval
Faço chover poesia
Rimas incertas, e grafias assimétricas
Notas de música badalam o brochar da Flor
Cores murmuram sobre o preto no branco
Fazendo suprir Primavera, sobre as asas de um Condor
Pasmos os incrédulos descrentes
Não dançam a valsa da vida
Pesam mais a monotonia
E cegos ficam para sintonia
Ao cair da noite, leio a luz das sombras
Reluzente arte de brilho da Estrela Lua
Jorra fotografias de raios sob o chão pavimentado
Fazendo virar obras de arte, a artista Rua
Oiço refrões de poemas
Sob o assobio de uma ventania
Vejo que eu e você
Temos tudo, para ser a mais bela Poesia