Acaba nesse domingo (22/08) a 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que teve como homenageados Monteiro Lobato e Clarice Lispector.

Depois de andar por umas boas 3 horas pelo pavilhão do Anhembi, segue minhas impressões.

-Homenageados: o stand destinado a Monteiro Lobato estava ok, não mais do que isso. Com informações sobre a vida do autor que qualquer interessado acha na internet, o ponto alto foi ver a primeira edição de “As reinações de Narizinho” com correções feitas pelo autor. Clarice Lispector… zero…isso mesmo, quer dizer, uma das salas destinadas as palestras do evento tinha seu nome, fora isso apenas no stand de uma editora um espaço destinado aos livros de Clarice, sem nada de muito extraordinário, nem os preços.

-Preços: algumas pechinchas, outros preços iguais aos das livrarias.

-Variedade: muitos stands, editoras diversas e títulos dos mais variados dentro dos mais variados temas… ponto positivo!

-Localização: fácil acesso de carro, ônibus e metrô.

Fiz umas comprinhas bacanas, livro de Fonoaudiologia por R$ 10,00, livrinhos de crônicas natalinas e guia sobre curiosidades lusitanas por R$ 3,00 e o tão esperado “Comprometida” da autora Elisabeth Gilbert (continuação de “Comer, Rezar, Amar” por R$ 24,00… fiquei feliz!

 

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