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Desde os primeiros manuscritos, o surgimento da impressão, até a exploração dos livros digitais ocorreram grandes mudanças.

No princípio os livros eram exclusividade de quem possuía maior poder, como a igreja e o governo. Posteriormente, com o progresso de novas tecnologias para a fabricação de papel e o surgimento da impressão, estes passaram a romper barreiras e alcançar maior quantidade de leitores. Atualmente, com o avanço tecnológico, os livros estão disponíveis em formatos digitais, prontos para serem lidos em diversos suplementos eletrônicos.

A real importância dos livros para a história da humanidade é evidente: dividir conhecimentos adquiridos por outras pessoas que jamais conhecemos, ou ainda partilhar nossos conhecimentos com estas mesmas pessoas. Sem as informações registradas nos livros nós perderíamos parte da história, de nossas experiências tecidas, como já ocorreu com grandes civilizações antigas em que, até hoje, seus feitos são cercados de mistérios. Perder a história é como perder a memória, parte de nós…

Com a febre digital e o acesso gratuito aos livros eletrônicos (e-books), os livros físicos perdem cada vez mais espaço. A grande difusão de informações que ocorre com os modelos digitais acaba sendo importante, pois o conhecimento deve ser partilhado. Por outro lado, sua exploração obriga a sociedade a refletir sobre questões éticas, autorais, e o futuro dos livros impressos e digitais.

A tecnologia pode fornecer imensa praticidade, mas não se compara ao prazer de se ter um livro físico nas mãos, poder folhear suas páginas e sentir o cheiro da história que carrega.

* título emprestado da frase do autor Aldous Huxley

 

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