Unimos as palmas da mão em sinal de fé
Como Eva e Adão, sós
Ela, fé de mais
Eu, fé de menos
Se pôs a declamar o nosso hino
Eu pensava…
…como ela trina bem a guitarra
…como ela transformava em prosa
A poesia repleta de cacofonia que saía da boca dela
Essa fada cantante, adorável
Para quem, a essas horas, já havia dado meu amor
Vou-me já, e declaro também
Amo ela! Amo ela!

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