Entre as certas escolhas da vida alheia. Entre! Seja bem vinda.
Desculpe as mentiras que tive que contar, até encontrar você.
Fingi ser, sentir, amar. Pequei.
No caso de não ser culpado. De não haver culpa. Estávamos apenas nós.
Esperando o momento certo de gritar ao Sol antes que ele se opunha:
Eu finalmente amo! Mesmo que seja de novo e mais uma vez!
E a Lua responde ao pé do ouvido esquerdo, por dentre os dedos macios que acariciam a nuca, sem desvencilhar ao olho, no olho:
Você sempre amou a pessoa certa. Crisálida…

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