Das chuvas, sou a mais pesada
Das árvores, a mais alta
Das ruas, a mais larga
Das janelas, a mais clara

Das maçãs, quero a mais vermelha
De todo o fogo, a primeira centelha
Dos sorrisos, o mais sincero
Mas dos homens, nada espero

Dos silêncios, ouço o mais absoluto
Das dores, sinto a mais aguda,
Das tristezas, faço-me luto
Das saudades, tenho a mais profunda

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