Porque eu não gosto de quando me maltratas e afastas teus olhos dos meus assim.
E já são os meus lábios que não beijam mais os teus ou outros quaisquer.
E sofrem os meus braços relembrando os afagos e o sabor que os envolvia.
E meu peito dói – Ah, como dói! – e reclama quando a saudade,
Ao invés de ti,
Derruba a porta, escancara todas as janelas e se instala em mim.

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