Olha o Mondo inovando e inserindo categoria nova aos nossos posts…BELEZA!

Para inaugurar esse espaço resolvi falar de um novo vício: esmaltes!

Tudo começou quando resolvi que precisava economizar e parar de ir ao salão fazer as unhas e começar a fazer em casa. Fui ao nosso querido google para descobrir como tirar as cutículas (sem me mutilar..rsss) e me deparei com vários posts ensinando a não tirar as cutículas e resolvi testar…DEU CERTO!

Indico aqui Unha Bonita http://unhabonita.com.br/como-cuidar-das-cuticulas-e-deixa-las-impecaveis-faq-do-ub/

Com o novo hobby, vício ou simplesmente modo de economizar uma graninha, comecei a ficar ligada em esmaltes e produtos para manicure e me seguro bastante quando entro em supermercados ou farmácias para não sair sempre com uma cor nova…rss

Tendo feito essa introdução, apresento hoje a Base Craquelada da Risqué e aos poucos volto com mais novidades.

Base Craquelada Risqué :

De cor preta e efeito fosco ao secar. Fácil aplicação, porém de difícil limpeza (notem na foto que não tive paciência de limpar muito…rsss)

Ideal para quem curte um nail art e não tem um pingo de coordenação (como euzinha).

Cores escolhidas para base
Sem Base Craquelada Risqué
Com Base Craquelada Risqué

 

Hora e meia nos deparamos com situações que colocam em xeque a velha máxima de que, apesar do racismo ser realidade em nosso país, não temos uma cultura racista, ou seja, o mal existe, mas deve ser tratado como questão individual e não social, pois racistas se mostram presentes em qualquer lugar e devem ser coibidos através de lei, etc, etc, etc, e, em âmbitos gerais, o brasileiro não é racista. O americano sim, o brasileiro não, por causa disso, mais isso e aquilo, que você, leitor, deve estar cansado de ouvir ou mesmo repetir por condicionamento.

O programa Roda Viva de 4 de setembro, apresentado pela TV Brasil e disponível na internet, protagonizou uma dessas situações. O entrevistado era o sociólogo Demétrio Magnoli, crítico das cotas raciais e de políticas que incentivam um “racismo de Estado”, onde seres humanos são etnicamente definidos em lei pela cor da pele ou ancestralidade, como acontece nos Estados Unidos. Segundo Magnoli, a segregação oficializada encorajaria outra de cunho social de maneira inédita em nosso país, afastando-nos de nossa natureza etnicamente gregária, onde, no fundo, não dividimos pessoas em “raças” durante nosso interagir cotidiano. Lá pelo terceiro bloco do programa, o escritor Paulo Lins desafiou essa visão, e seu desafio culminou numa saia justa quando o mesmo declarou que todos na mesa sabiam porque ele era o único negro presente, enquanto, por trás das câmeras, havia muitos outros cumprindo funções subalternas. O mal-estar durou uns minutos até que ele e a apresentadora Marília Gabriela achassem um jeito de contornar a situação.

A dissonância entre Lins e Magnoli é a dissonância entre o Brasil das palavras e o dos fatos. Todos sabem que não existe raça. A genética já mostrou isso. Mas daí a imaginar que os costumes assimilaram ou assimilarão essa idéia em breve é outra história. O caráter cultural – em vez de natural – da etnia não diminui sua força de verdade, não nos faz reprogramar nossos inconscientes e apagar a carga histórica que nos foi implantada e para a qual servimos como elos no leito de um rio gigante iniciado muito antes de nascermos. Podemos sim, influenciar o fluxo e o direcionamento desse rio para as gerações seguintes, mas a discussão do tema não se limita a um futuro longínquo, a como será a vida dos netos e bisnetos de quem, no presente, requisita o auxílio de ações afirmativas. Em suma, não dá para falar no tema sem considerar a existência das “raças”, ou “cores”, ou “etnias” do Brasil, ainda que elas habitem mais a informalidade das relações do que os postulados e papéis timbrados. Isso não as torna menos presentes, ou reais. Pelo contrário. O que é a lei do papel sem a prática? Melhor o oposto, não? Admitir nossas idéias de cor, ainda que difusas ou contraditórias, nossos “quadros étnicos” para que se neutralize seu poder segregador no Brasil “de carne e osso” e se crie uma igualdade real em vez de abstrata, mesmo que para isso seja necessário realçar diferenças em vez de camuflá-las sob a fachada da miscigenação “que não vê cores”. A revista Raça Brasil, quando contrabalança a ínfima presença negra em publicações “multiraciais” de caráter similar, faz isso; e não é racista, como muitos dizem. A multiracialidade brasileira é uma verdade, como também é sua natureza desigual. Ela não prega as virtudes de todas as “raças” de modo equidistante, por exemplo. É viciada. Torta. Contaminada com séculos de um Brasil envergado, escravista, cheio de “complexos de vira-lata”, racista nas linhas e entrelinhas por duzentos motivos. Enumerar esses motivos, as diferenças, o tratamento diverso para com cada componente de nossa idolatrada mistura não é atentar contra a mistura, mas contra as injustiças que ela abriga.

A rota principal para se fugir dessa questão é mantê-la no âmbito individual. “Existe racismo no Brasil, mas o Brasil não é racista.” Quando dizemos isso, afirmamos categoricamente que o racismo é um problema do outro, não meu, não “nosso”, e isso funciona como um álibi para mantermos seu lado institucional intocado. O grande racismo a se combater no Brasil não é o de meia dúzia de neo-nazistas, que levam a culpa por todo o resto, mas o do dia-a-dia, da “patroa e empregada”, da Casa Grande e Senzala, onde todos “se dão bem” e cada um conhece seu lugar. “Sinhozinho”, “coroné”, o Brasil colonial que se repete na letra miúda do cotidiano. O olhar torto de desprezo, o guarda desconfiado, uma frase mal dita ou interpretada, idéias de limpo e sujo, feio e bonito, burro e inteligente, “melhorar a raça”, cabelo ruim, elevador de serviço, exclusão dos referenciais de desejo coletivo refletidas na auto-estima de quem neles não se vê, admissão de um negro para excluir os demais “sem ser racista”, cabeças baixas por inércia, postura indignada quando o preto foge do script, e, claro, a irrupção do racismo coletivo velado no comportamento individual declarado. Nessa hora, vemos a sujeira sair e culpamos o autor, que, na maioria das vezes, era só mais um elo da grande rede, não tão diferente dos demais, mas que se permitiu romper. O racismo da rede cai matando sobre ele; expurga-o de seu seio para purificar a imagem e a idéia que tem de si, mostrar-se correto, “do lado bom”, e que o racista era uma exceção. Não era. E enquanto nossa relação com esse preconceito se limitar aos flagrantes, aos “casos isolados”, manteremos sua força no inconsciente coletivo que ampara as palavras do detrator. No fundo, pouco mudará, a não ser para quem cometeu o pecado de quebrar o silêncio. O problema de saias-justas como a do Roda Viva é o medo que todos têm de ser o próximo, e nos esquecemos que o mal maior não é o indivíduo, mas as idéias que ganham vida dentro dele e transitam impunes depois do “hospedeiro” ser exposto. Não defendo, claro, a não-punição para o crime de racismo, previsto em lei, já que se deve atribuir reponsabilidade ao autor por sua coduta e papel na manutenção do estado geral das coisas. Tampouco alego que somos racistas em igual proporção. Somos, sim, igualmente vítimas de um mesmo “ar cultural” que carrega o veneno em suas entranhas e nos faz absorvê-lo na educação e interação, comumente sem saber, até que, em ato falho ou descontrole, o racismo emerja da fonte mais insuspeita. Talvez nem ela conhecesse esse seu lado. Por isso, é insuficiente atribuir aos flagrados todo o peso de um problema que possui seu lado pessoal, mas tem raízes e causas culturais. Se não as conhecemos, fica complicado combatê-las com a postura individual adequada, e acabamos por alimentá-la com o silêncio ou com discursos vazios.

 

É comum que a população com menos de 35 anos tenha certa repulsa pela política. Os destaques são as falhas, os erros, os problemas, o caos social. É absolutamente natural não ter apreço por isso.

Porém, na última quinzena o Brasil parou para aplaudir a ação do BOPE e das forças armadas no Complexo do Alemão. Muitos aplaudiam. Muitos adoraram. Muito se viu no Twitter e Facebook a repetição da frase “bandido bom é bandido morto”. A sociedade borbulhava de alegria ao transformar rifles em juízes.

É evidente que o tráfico de drogas não era bom para as comunidades do complexo. Era evidente que as comunidades são carentes e que eram oprimidas pelo crime e pela violência, além da repressão institucional por parte do Estado.

Porém, é inegável que as comunidades carentes se tornaram um terreno fértil para o crime e o tráfico de drogas pela ineficiência do Estado em planejar a sociedade e oferecer serviços públicos básicos com qualidade e eficiência.

É um desserviço muito interessante para os representantes. Os serviços não são prestados, o que gera uma crescente necessidade de projetos novos. Sempre que se precisa do Estado, ele legitima a sua existência. Os governantes se fazem necessário para que continuem no poder.

O tráfico só caiu no complexo do Alemão não porque as autoridades se cansaram do crime. Mas porque passou a ser mais interessante. O Estado criou novas formas de exploração. O poder criou novas formas de eliminar o crime e desfrutar de novas formas de poder.

O ódio por política há anos atrás permitiu que a situação de desigualdade catalisasse o tráfico nos morros do Rio. Hoje, o seu, o meu, o nosso ódio por política permite o governo se livre do tráfico sob força e violência. Hoje, nossa inércia permite que o governo substitua a corrupção por um modelo mais conveniente.

Não é preciso envolvimento partidário ou com a política institucional. O que precisamos é da ações participativas, ações diretas, combatendo os problemas que geram as fendas sociais e que o poder público pouco se interessa em trabalhar.

Atuação pessoal pode se fazer através de projetos sociais, ONG´s sérias, trabalhos comunitários em escolas públicas, postos de saúde. Pequenas ações, individuais, comunitárias, de pequenas coletividades são diferenciais na sociedade. E isso, podemos fazer independente do poder público, com resultados muito mais eficazes, mesmo que para uma única pessoa.

Mudar um individuo é o começo para mudança de toda sociedade. Só se atinge um coletivo depois de um pequeno passo. Podemos continuar odiando a política, mas não podemos não ter ações políticas.

 

Um dos grandes buracos nominais na lei de discriminação é o direito do homossexual. Na lei 7716/1989, a lei de discriminação e preconceito, os homoafetivos não são citados.

Nos últimos 10 anos tramitam-se entre as Casas Legislativas propostas de alteração da lei 7716, algumas já efetivas, inclusive. Porém, a mais recente (e muito próxima de ser aprovada) é a alteração que inclui o homossexual e uma série de novos textos para especificar meios de discriminação.

Há 3 anos essa proposta de texto tem gerado rebuliço nos meios religiosos, principalmente nos cristãos não-católicos. O motivo é parte dos textos propostos ao artigo 8. Alguns juristas dizem que caso o texto proposto seja aprovado, ele geraria uma série de possibilidade de brechas que colocaria igrejas em uma situação complicada.

O mais polêmico é o trecho que classifica como discriminação coibir o homossexual de qualquer tipo de demonstração de afeto onde um heterossexual o possa fazer. Há uma interpretação jurídica de que isso incluiria a cerimônia de união religiosa, uma demonstração pública de afeto. Há juízes, como na vara de Campinas, que já se manifestaram favoráveis a esta leitura do texto proposto.

O problema se constrói no momento que isso iria de forma contrária a doutrinas comuns as igrejas cristãs, contrárias a prática de ato e relacionamento homossexual em seus dogmas.

Vale ressaltar que a única igreja cristã declaradamente baseada em tradição é a ICAR (Igreja Católica Apostólica Romana) e que suas crenças estão sujeitas a modificações segundo encíclicas e concílios. Ou seja, a partir do momento que as demais religiões se adaptam as necessidades seculares elas perdem seu vinculo dogmático, perdendo então seu sentido como religião, se tornam uma mera ferramenta instrumental de ética e valor moral (tema será aberto de forma mais profunda e explicativa em texto futuro).

E esse exato motivo gerou a carta da reitoria do Mackenzie, catalisador desta polêmica. O Mackenzie é gerido pelo Instituto Presbiteriano, o que advém que apesar de seus alunos, a instituição apregoa a si o caráter confessional, firmado em valores defendidos pela Igreja Presbiteriana.

O fato da carta se posicionar de forma contrária ao texto proposto é natural, já que a Universidade Mackenzie é gerida por uma igreja protestante. Porém, foi interpretado de forma equivocada, como fosse manifesto homofóbico. Porém, era preciso ler prolixidade do Chanceler para entender que por mais ortodoxo, o posicionamento da instituição era que para se assegurar os direitos dos homossexuais não fossem afetados os direitos de liberdade religiosa e de opinião, devido à ambigüidade e amplitude do texto proposto para a lei 7716.

É evidente que uma série de direitos ainda não é assegurada aos homossexuais e que tais devem ser. Porém, para tal, não se deve cometer retrocessos em outros segmentos sociais. É fundamental que avancemos nas questões de direitos civis e combate a discriminação em todos os âmbitos e campos sociais. Mas é preciso que a sociedade avance nessas questões de forma homogenia, sem comprometer conquistas anteriores e direitos civis de outros segmentos.

A ideia de assegurar de discriminação ao homossexual como crime é louvável. Porém, deve-se fazê-lo de forma equilibrada, para que não se cometam acessos combatem discriminação onde só há discordância.

A seguir a carta do Chanceler Augustus Lopes:

“Manifesto Presbiteriano sobre a Lei da Homofobia

Leitura: Salmo
O Salmo 1, juntamente com outras passagens da Bíblia, mostra que a ética da tradição judaico-cristã distingue entre comportamentos aceitáveis e não aceitáveis para o cristão. A nossa cultura está mais e mais permeada pelo relativismo moral e cada vez mais distante de referenciais que mostram o certo e o errado. Todavia, os cristãos se guiam pelos referenciais morais da Bíblia e não pelas mudanças de valores que ocorrem em todas as culturas.

Uma das questões que tem chamado a atenção do povo brasileiro é o projeto de lei em tramitação na Câmara que pretende tornar crime manifestações contrárias à homossexualidade. A Igreja Presbiteriana do Brasil, a Associada Vitalícia do Mackenzie, pronunciou-se recentemente sobre esse assunto. O pronunciamento afirma por um lado o respeito devido a todas as pessoas, independentemente de suas escolhas sexuais; por outro, afirma o direito da livre expressão, garantido pela Constituição, direito esse que será tolhido caso a chamada lei da homofobia seja aprovada.

A Universidade Presbiteriana Mackenzie, sendo de natureza confessional, cristã e reformada, guia-se em sua ética pelos valores presbiterianos. O manifesto presbiteriano sobre a homofobia, reproduzido abaixo, serve de orientação à comunidade acadêmica, quanto ao que pensa a Associada Vitalícia sobre esse assunto:

“Quanto à chamada LEI DA HOMOFOBIA, que parte do princípio que toda manifestação contrária ao homossexualismo é homofóbica, e que caracteriza como crime todas essas manifestações, a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre o homossexualismo como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos.

Visto que: (1) a promulgação da nossa Carta Magna em 1988 já previa direitos e garantias individuais para todos os cidadãos brasileiros; (2) as medidas legais que surgiram visando beneficiar homossexuais, como o reconhecimento da sua união estável, a adoção por homossexuais, o direito patrimonial e a previsão de benefícios por parte do INSS foram tomadas buscando resolver casos concretos sem, contudo, observar o interesse público, o bem comum e a legislação pátria vigente; (3) a liberdade religiosa assegura a todo cidadão brasileiro a exposição de sua fé sem a interferência do Estado, sendo a este vedada a interferência nas formas de culto, na subvenção de quaisquer cultos e ainda na própria opção pela inexistência de fé e culto; (4) a liberdade de expressão, como direito individual e coletivo, corrobora com a mãe das liberdades, a liberdade de consciência, mantendo o Estado eqüidistante das manifestações cúlticas em todas as culturas e expressões religiosas do nosso País; (5) as Escrituras Sagradas, sobre as quais a Igreja Presbiteriana do Brasil firma suas crenças e práticas, ensinam que Deus criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) e com propósitos heterossexuais específicos que envolvem o casamento, a unidade sexual e a procriação; e que Jesus Cristo ratificou esse entendimento ao dizer, “. . . desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher” (Marcos 10.6); e que os apóstolos de Cristo entendiam que a prática homossexual era pecaminosa e contrária aos planos originais de Deus (Romanos 1.24-27; 1Coríntios 6:9-11).

A Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a aprovação da chamada lei da homofobia, por entender que ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo não é homofobia, por entender que uma lei dessa natureza maximiza direitos a um determinado grupo de cidadãos, ao mesmo tempo em que minimiza, atrofia e falece direitos e princípios já determinados principalmente pela Carta Magna e pela Declaração Universal de Direitos Humanos; e por entender que tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas de todas orientações de falarem, pregarem e ensinarem sobre a conduta e o comportamento ético de todos, inclusive dos homossexuais.

Portanto, a Igreja Presbiteriana do Brasil reafirma seu direito de expressar-se, em público e em privado, sobre todo e qualquer comportamento humano, no cumprimento de sua missão de anunciar o Evangelho, conclamando a todos ao arrependimento e à fé em Jesus Cristo”.

Rev. Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes
Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie”

 

O fim do ano está aí e com ele o bacalhau à doré, o chester defumado, em algumas casas a carne de carneiro, frutas cristalizadas, castanhas, nozes e toda a sorte de guloseimas natalinas, e a promessa do regime sempre adiada o ano inteiro é logo postergada para o ano que vem.

Há também os que já vão para a ceia natalina com a tabelinha na mão: meio bolinho de bacalhau, 1 porção de arroz integral, 3/4 da fatia do peito de peru e olhe lá! Mas o inevitável é que uma hora ou outra, o terrível momento de subir na balança chega e nem sempre o resultado é agradável. Mas não se desesperem: há muito a ser considerado sobre essa informação ponderal. Nem sempre ela é verdadeira. Vamos lá?

Quando nos pesamos, o valor registrado na balança nos informa apenas a força com que a gravidade está nos atraindo para o centor da Terra. desta forma não temos como avaliar o quanto desse peso em excesso está armazanado em forma de gordura, ou músculos, ou ossos, vísceras ou até água.

Raciocinando desta maneira encontramos o porquê de mesmo após um árduo período de treinamento de musculação e atividade aeróbica, nota-se algumas vezes pouca diferença no peso registrado na balança e o quanto isso é um fator desmotivante. Ou até mesmo não entender quando você claramente perde roupas por reduzir cintura ou quadris por exemplo, e não encontra diferença no peso da balança. este é um caso bastante comum e de fácil conclusão.

A diferença estre a gordura e o músculo está na DENSIDADE; a gordura é menos densa do que o músculo e por isso é mais leve e ocupa mais espaço. essa comparação é análoga à história do chumbo e do algodão quando se é perguntado: Qual é mais pesado: 1kg de chumbo ou 1kg de algodão? Todos sabemos que o peso entre os dois é igual, mas 1 kg de algodão terá um volume infinitamente maior do que a barra de 1kg de chumbo.

Entre dois indivíduos também se é notada a diferença de densidade entre as gorduras armazenadas, ou seja, segundo sua genética, um indivíduo pode ter uma gordura mais densa do que outro indivíduo, mas essa gordura mais densa nunca terá a densidade semelhante à muscular. Chamamos vulgarmente de “gordura mole” e “gordura dura”, características estas que não poderão ser modificadas.

Por isso, caros amigos e amigas, muito cuidado na hora de subir na balança e antes de acreditar piamente no que ela disser, lembre-se de que você tem uma composição corporal e ela não é composta apenas por gordura!

Como descobrir o quanto no seu corpo é gordura, músculos, ossos e outras estruturas? Procure um avaliador qualificado na sua academia ou consultório.

Boa ceia!! Feliz Natal!
BIBLIOGRAFIA:
POLLOCK, Michael L; WILMORE, Jack H. Exercícios na saúde e na doença. 2ª ed. Rio de. Janeiro: medsi, 1993.

 

Fiquei surpreendido com alguns fatos decorridos da vitória de Dilma Rousseff. Havia uma crença real de alguns setores da sociedade paulista que acreditavam de forma veemente na vitória do candidato tucano.

Nada poderia ser mais surreal. Houve apenas uma única pesquisa que indicou a possibilidade de José Serra alcançar Dilma no pleito; mesmo assim, foi antes do início da campanha de segundo turno, desastrosa para Serra.

Dilma foi um pouco inferior a Serra nos debates, mas por não ter ainda o traquejo político, o timing de respostas cronometradas, simples e diretas. Isso facilitou para o tucano, que é calejado nesse esporte de debates, mas é tão verborrágico quanto Dilma. Mas seu timing e considerações finais eram melhores.

Porém o debate não possui mais o mesmo peso que teve outrora. A campanha eleitoral já havia consolidado algo de forma intensa na mente de boa parte do eleitorado que dificilmente o debate decidiria em favor de Serra; Dilma se tornou a extensão de Lula.

Não que ela realmente seja. Dilma não possui o carisma do presidente operário, não possui o poder que Lula tem sobre o PT, tampouco possui seu traquejo político. Dilma possui sua maior qualidade no modo operacional. Ela executa funções de modo excepcional.

Tanto que a função de politicagem da Casa Civil não foi exercida por ela, em fato. Dilma atuou mais próxima do poder de execução, integração e coordenação de ministérios. Também possuiu um papel fundamental em aproximar o governo federal de prefeitos da base aliada, o que de certa forma facilitou a aliança de partidos menores ao entorno de seu nome e gerou o racha do PMDB, por questão de desfavorecimento de prefeituras  administrada pelo partido da região Sul e no Estado de São Paulo.

A gestão Dilma será a mais interessante, do ponto de vista partidário, que as de Lula e FHC. Nela, o PT realmente exercerá um poder de gestão mais forte. Lula ocupou um espaço muito grande no poder. Ele podou e muito o PT. Podou ainda mais quando seus partidários encabeçaram escândalos. E a gestão FHC era centrada em uma elite cultural USPiana que traiu as próprias aspirações ideológicas que rodeiam seu nome.

Dilma não é Lula, por isso precisa de uma base de sustentação muito maior. Os cabeças do PT terão poder de ação superior ao que tiveram nos últimos anos e isso assusta a algumas pessoas. Pessoalmente, eu fico curioso. Creio que é neste momento que iremos descobrir o que é o PT sem a figura de Lula, qual é seu real posicionamento, qual sua ideologia, como o PT realmente pensa a democracia.

No final, Dilma não ganhou apenas porque Lula a lançou, apoiou e batalhou por sua campanha. Dilma não ganhou apenas por ter tido uma campanha de excelente nível técnico. Não convém discutir se era melhor ou pior candidata. Mas é fundamental entender que ninguém se mostrou como real alternativa a gestão atual.

Marina era uma terceira vertente que saiu do PT, era um rosto pintado de verde, mas erguido no vermelho. Serra nada mais é que o continuísmo do que já temos. Porém, Serra e o PSDB se esqueceram que o povo viu que Lula e o PT seguiram o crescente do país, mas de forma mais intensa, de forma mais visível para o povo. PT não ganha por causa do bolsa-família. O PT ganha porque a lembrança que o povo tem anterior a do benefício é turva.

O povo não enxerga o crescimento do país como um processo que nasce na gestão Itamar Franco. O povo vê algo quando sua vida está melhor de forma prática. Tudo que veio antes, é denotado como sofrimento. E a linguagem do PT explora isso de forma eficiente.

PSDB não sabe se assumir como forma deste processo. Fala no economês, fala que o PT unificou benefícios. O PT, mostra a expansão do benefício, mostra o crescimento do nordeste e norte. Regiões que hoje decidem eleições.

O problema se encontra aqui. O PSDB não entende que o povo optou pelo PT não porque ele seja tão diferente. Mas porque ambos se propõem a fazer a mesma coisa. O povo não vê tanta diferença entre os políticos. Para ele, tirando o Lula, é tudo a mesma corja. Mas o povo sente, pelas suas memórias, pelos seus sentimentos e por aquilo que foi ressaltado pelo discurso pela campanha que o PT fez melhor a mesma coisa que o PSDB se compromete a fazer.

Ai, então, ficou fácil, ficou simples. Vai ter escândalo? Com azul ou vermelho tem. A vida vai continuar difícil? Fosse Serra ou fosse Dilma, iria. Ficou fácil quando o candidato de azul é o mesmo com as mesmas falas desde 2002. Foi só votar igual.

Já estava óbvio. Só Serra e seu marketeiro não quiseram ver.

 

Canetas

Pegar uma caneta e rabiscar algo: situação comum que nos acompanha desde antes dos tempos de escola. Mas nem sempre foi assim, fácil. As primeiras escritas foram feitas com objetos de madeira ou ossos pontiagudos que marcavam tijolos. Na era do papiro usavam-se objetos – como penas de ganso e bambu – molhados em tintas vegetais. Tempos depois surgiram outros modelos que foram aperfeiçoados até a maneira que conhecemos hoje.

Para muitos profissionais é uma preciosa ferramenta, necessitando estar sempre à mão. Para poucos representa capricho, estilo, coleção. Para outros, inspiração: facilita o processo de transformar pensamentos e sentimentos em letras num papel. Caneta é um objeto simples que pode custar de centavos a milhares. Pode ser industrializada, artesanal, improvisada e, agora, ecológica.

No mercado já existem disponíveis modelos feitos com material reciclado, como: papel, papelão, embalagens tetra park, pet, serragem de madeira, reflorestamento de eucalipto, etc., e material plástico biodegradável. A principal diferença é que a embalagem de uma caneta comum pode demorar 400 anos para se decompor na natureza. As canetas biodegradáveis levam em média 180 dias.

A função é a mesma. A vantagem é que a utilidade e a inspiração podem se unir à responsabilidade.

O planeta agradece!

 

Referências:

Plásticos Biodegradáveis:

http://www.resbrasil.com.br/

http://www.youtube.com/watch?gl=BR&hl=pt&v=LBIt-iJC_NU

Canetas ecológicas:

http://www.canetasecologicas.com.br/

Bic ecolution:

http://www.bicgraphic.com/servlet/OnlineShopping/bgb?DSP=670