O fim do ano está aí e com ele o bacalhau à doré, o chester defumado, em algumas casas a carne de carneiro, frutas cristalizadas, castanhas, nozes e toda a sorte de guloseimas natalinas, e a promessa do regime sempre adiada o ano inteiro é logo postergada para o ano que vem.

Há também os que já vão para a ceia natalina com a tabelinha na mão: meio bolinho de bacalhau, 1 porção de arroz integral, 3/4 da fatia do peito de peru e olhe lá! Mas o inevitável é que uma hora ou outra, o terrível momento de subir na balança chega e nem sempre o resultado é agradável. Mas não se desesperem: há muito a ser considerado sobre essa informação ponderal. Nem sempre ela é verdadeira. Vamos lá?

Quando nos pesamos, o valor registrado na balança nos informa apenas a força com que a gravidade está nos atraindo para o centor da Terra. desta forma não temos como avaliar o quanto desse peso em excesso está armazanado em forma de gordura, ou músculos, ou ossos, vísceras ou até água.

Raciocinando desta maneira encontramos o porquê de mesmo após um árduo período de treinamento de musculação e atividade aeróbica, nota-se algumas vezes pouca diferença no peso registrado na balança e o quanto isso é um fator desmotivante. Ou até mesmo não entender quando você claramente perde roupas por reduzir cintura ou quadris por exemplo, e não encontra diferença no peso da balança. este é um caso bastante comum e de fácil conclusão.

A diferença estre a gordura e o músculo está na DENSIDADE; a gordura é menos densa do que o músculo e por isso é mais leve e ocupa mais espaço. essa comparação é análoga à história do chumbo e do algodão quando se é perguntado: Qual é mais pesado: 1kg de chumbo ou 1kg de algodão? Todos sabemos que o peso entre os dois é igual, mas 1 kg de algodão terá um volume infinitamente maior do que a barra de 1kg de chumbo.

Entre dois indivíduos também se é notada a diferença de densidade entre as gorduras armazenadas, ou seja, segundo sua genética, um indivíduo pode ter uma gordura mais densa do que outro indivíduo, mas essa gordura mais densa nunca terá a densidade semelhante à muscular. Chamamos vulgarmente de “gordura mole” e “gordura dura”, características estas que não poderão ser modificadas.

Por isso, caros amigos e amigas, muito cuidado na hora de subir na balança e antes de acreditar piamente no que ela disser, lembre-se de que você tem uma composição corporal e ela não é composta apenas por gordura!

Como descobrir o quanto no seu corpo é gordura, músculos, ossos e outras estruturas? Procure um avaliador qualificado na sua academia ou consultório.

Boa ceia!! Feliz Natal!
BIBLIOGRAFIA:
POLLOCK, Michael L; WILMORE, Jack H. Exercícios na saúde e na doença. 2ª ed. Rio de. Janeiro: medsi, 1993.

 

Você já ouviu falar em biotipo? Quantas vezes você já falou ou ouvir falar “ele é magro de ruim?” Ou que “se ele comer um bombom, desanda a engordar?” Ou até mesmo “como ela consegue ter esse corpo tão bem feito sem fazer dieta?”. Logo colocamos a culpa no biotipo, mas será que isso é válido? Existe uma explicação científica a respeito dessa máxima de que temos tendência para engordar, emagrecer ou até mesmo ganhar massa muscular com mais facilidade que outros.

Primeiramente, vamos utilizar a palavra SOMATOTIPO, proposta por Sheldon, que é o termo mais adequado para se referir às classificações físicas do corpo humano, ao invés de BIOTIPO.

Quando nascemos, carregamos informações genéticas de nossos pais que nos impõem uma séria de características como: predominância do tipo de fibra muscular, tamanho dos ossos, número e tamanho dos adipócitos (células onde são armazenadas as gorduras excedentes), entre outras inúmeras que nos dão o caráter mais importante ao homem: a individualidade.

De acordo com o somatotipo, todos nós nos enquadramos mais ou menos em uma dessas classificações:

– ENDOMORFO – se caracteriza pela harmonia e regularidade do corpo. Geralmente apresentam arredondamentos principalmente na região do tronco e nos quadris e tem como principal característica à tendência para o armazenamento de gordura. Ex: Jô Soares, Fausto Silva.

– MESOMORFO – apresenta corpo anguloso com musculatura dura e proeminente. Os ossos são grandes e recobertos por músculos espessos. Apresentam geralmente um tórax mais largo e cintura esguia, antebraços largos e abdômen espesso. Apresentam uma facilidade extrema de ganho de massa muscular. Ex: Mike Tyson, Arnold Schwarzenegger.

– ECTOMORFO – apresenta corpo esguio, os ossos são pequenos e os músculos finos, sem apresentar muita proeminência. São os indivíduos magros. Ex: Marco Maciel, Gandhi.

Os exemplos acima foram citados apenas para visualização e assimilação dos conceitos de endo, meso e ectomorfia, não significando que eles apresentem apenas estes componentes. Não existem indivíduos que apresentem apenas uma das classificações. O que acontece é que uma dos somatótipos é mais predominante do que outros.

Sheldon apresenta um valor numérico para as morfias plenas igual a 7 e então classifica como suposto endomorfo pleno com proporção 7-1-1, como mesomorfo 1-7-1 e como ectomorfo 1-1-7.

Dentro dessas relações acontecem as variações e tendências como, por exemplo: se um indivíduo apresenta uma proporção 3-6-2, ele é um mesomorfo, com características boas para ganho de massa muscular, mas também apresentando uma característica de armazenamento de gordura. Um indivíduo de proporções 1-3-6 é um ectomorfo, magro, com alguma tendência para ganho de massa muscular, mas com tendência irrisória para armazenar gordura. Um indivíduo 5-2-1 é um endomorfo, engorda com extrema facilidade.

Através dessas informações, Heath e Carter desenvolveram um formulário para a concepção desse somatotipo proposto por Shledon, levando em consideração diâmetros ósseos, dobras cutâneas de gordura e perimirias, para chegar a um resultado mais próximo do real.

Como descobrir seu somatotipo? Procure um profissional de avaliação funcional em sua academia. Talvez assim descubra porque seu amigo malhou 2 meses e já ganhou 2 cm de braço e você não, ou porque sua amiga é magrinha, come horrores e não engorda e você faz dietas e não perde um mísero quilo sequer.

Cada um de nós tem sua individualidade e temos que respeitá-la, aceitá-la e fazer o possível para melhorá-la e não modificá-la.

 

BIBLIOGRAFIA

FOX & MATTHEWS. Bases Fisiológicas da Educação Física e dos Desportos. pp 373-376

 

Mesmo após 200 anos de estudos que só comprovaram sua ineficácia, a Homeopatia se popularizou e tem, cada vez mais, pacientes satisfeitos.

MedicamentoEm meados do século XIX, o médico alemão Samuel Christian Friedrich Hahnemann (1755-1843), insatisfeito com as práticas médicas da época, desenvolveu um tratamento alternativo chamado de Homeopatia (do grego: homeo, de semelhante e pathos, de sofrimento).  As principais leis, ainda que metafísicas, da Homeopatia são a Lei dos Semelhantes e a Lei dos Infinitesimais.

Hahnemann, como bom discípulo de Hipócrates, defendia que o semelhante cura o semelhante. Digamos que o paciente tem febre; na medicina convencional é usado um medicamento que elimine o sintoma, ou seja, um antitérmico. No caso da Homeopatia, o paciente seria tratado com um medicamento que induzisse a febre, por exemplo, a cinchona. Em vez de testar a eficácia da droga numa pessoa doente, Hahnemann teve a idéia de observar os efeitos da droga numa pessoa sadia, e então passou a experimentar várias substâncias em si próprio. Com base em experimentos como este, Hahnemann concluiu que a cura deveria causar os mesmos sintomas da doença, estabelecendo, então, a Lei dos Semelhantes.

Como complemento, Hahnemann também desenvolveu uma diluição seriada particular seguida de vigorosas agitações para a preparação dos medicamentos homeopáticos; o processo foi chamado de dinamização. Hahnemann acreditava que as agitações (chamadas por ele de sucussões) liberavam uma energia “imaterial e espiritual” responsável pela cura, sendo que a potencialização dessa energia dependia diretamente da quantidade de sucussões que o medicamento sofria. Esse processo de dinamização deu origem à Lei dos Infinitesimais.

A polêmica que ronda a prática homeopática desde a sua descoberta é de como seus medicamentos demasiado diluídos podem promover algum efeito farmacológico no organismo. São 200 anos de estudos científicos que, por unanimidade, comprovam a ineficácia do medicamento contra relatos de pacientes que só conseguiram a cura na homeopatia. Os mais céticos creditam a cura aos mecanismos naturais do organismo, à crença do paciente no medicamento inerte (efeito placebo) ou ainda ao efeito do homeopata no paciente.

A homeopatia se expandiu largamente nos últimos anos, atingindo pacientes insatisfeitos com a alopatia ou que procuram medicamentos economicamente viáveis e, ao contrário do que se pensa, suas desvantagens não provêm de seus medicamentos teoricamente ineficazes, porém seguros; os perigos da homeopatia consistem no incentivo à auto-medicação e na substituição de um tratamento convencional por um homeopático em casos mais graves, como infecções severas e câncer.

 

As mulheres estão sempre preocupadas em perder aqueles quilinhos que estão sobrando ou simplesmente em manter a boa forma em que se encontram. Mas a maioria corre das tediosas aulas de ginástica localizada e da desgastante musculação. Qual a solução?

Uma alternativa prazerosa é praticar a dança. Sobretudo, dança do ventre.

A origem da dança do ventre ainda é um mistério, sendo atribuída a vários países como Egito, Índia, Grécia e Arábia Saudita. Em contrapartida, seus benefícios já são bem elucidados e compreendem as esferas física e mental. Na esfera física, a dança ajuda a tonificar a musculatura do abdômen, pernas, glúteos, braços e costas; aumenta a flexibilidade e a resistência; promove uma reeducação postural; estimula a circulação; auxilia em problemas menstruais e partos, diminuindo as cólicas e facilitando contrações e dilatações, além de queimar muitas calorias. Já na esfera mental, a dança aflora a feminilidade, tornando a mulher mais auto-confiante; desenvolve a memória e a concentração e até mesmo alivia o stress.

Além de ser uma dança deliciosa e pra lá de atraente, pode deixar a mulher com aquele corpinho que ela sempre quis!

Eu recomendo!

Dançarina Árabe

 

Não é ranking ok?

  1. Tomar café numa cafeteria à la francaise no meio da semana.
  2. Ficar horas no rádio falando com sua melhor amiga sem pagar nada.
  3. Encontrar um certo alguém online (mesmo que você não tenha o que dizer.
  4. Tomar chai antes do yôga.
  5. Yôga.
  6. Tomar chai depois do yôga.
  7. Ter uma barra de chocolate meio amargo no carro quando perdida e cansada após uma viagem de 40 minutos transformada em 4 horas!
  8. Amigos.
  9. Deus.
  10. Família.
  11. Fazer o que gosta e gostar do que faz!

São muitos os profissionais que utilizam a voz como instrumento de trabalho, atores, professores, radialistas, políticos, vendedores, telefonistas, secretários, empresários, padres/pastores, entre outros, porém poucos ou, quase nenhum desses profissionais sabem como cuidar desse instrumento importante na realização de suas atividades profissionais.

Mas afinal o que é a voz?

Voz é o som produzido pela vibração das pregas vocais gerada pela passagem do ar no momento da expiração e que identifica o ser humano quanto a sua idade, sexo, tipo físico, estado emocional e personalidade.

Cuidar da voz é simples, não requer grandes esforços, somente alguns cuidados como:

  • Não pigarrear ou tossir (engolir saliva ou tomar água nesses momentos)
  • Evitar bebidas alcoólicas
  • Evitar pastilhas e sprays
  • Beber bastante água
  • Fazer gargarejos com água morna e sal antes de deitar
  • Manter postura do corpo ereta, porém relaxada
  • Não usar roupas apertadas, principalmente na região do pescoço e cintura
  • Realizar aquecimento e desaquecimento vocal antes do uso profissional e/ou prolongado da voz.
  • Evitar falar em ambientes ruidosos
  • Evitar o fumo
  • Mastigar bem os alimentos
  • Evitar alimentos achocolatados e derivados de leite (principalmente nos momentos que antecedem o uso da voz)
  • Evitar gritar ou falar por muito tempo
  • Tomar cuidado com mudanças de temperatura e bebidas geladas

 

E fique atento aos sintomas abaixo, procure um profissional da voz (otorrinolaringologista e/ou fonoaudiólogo) caso ocorram frequentemente.

Rouquidão Perda da voz Pigarro Dor ou ardência na garganta Dificuldade para engolir Dificuldade para respirar

É isso aí, cuidando desse instrumento ele não vai faltar!

 

Referências:

Disponível em: http://www.fonoesaude.org/vozprof.htm. Acesso em 10/07/2008

ARAÚJO,K.R.L. Cuidados especiais para quem utiliza a voz profissionalmente. Trabalho desenvolvido no 3º Período da UNIPÊ (Centro Universitário de João Pessoa)