eu me perco. simplesmente quando ele me olha meio de lado. surrupiado. roubado. ou quando deitada ele se deleita da minha pele e me enche de beijos. eu me encontro quando percebo que minha metade é assim, humana demais. que ferve demais. grita. não se acalma. eu me disperso, quando ele chega manso. ou quando com palavras me enche de rubor. eu me importo, quando estas podem ser mais fortes do que aquilo que eu suporto. são tão duras que me faltam algumas para a resposta. eu fico inebriada, anestesiada ao ser despida com os jeito malandro ou quando ele se encaixa em meus quadrantes. com seu jeito de homem menino que me encanta. sou menina, criança quando ele me gasta, irrita, só pra me fazer montar uma careta na face. a gente se diverte, ri a beça mas silencia. cala. e nosso silêncio desta vez não grita. ele cala com a gente. eu me despedaço, quando vejo que logo termina. que tão logo não vou sentir seu gosto em minha saliva, que não vou manter-me quente logo de manhã e percebo que não cabe em mim mais o que tanto lutei pra não ter. esse amor bandido surrado, vedado e sincero que com ele vem e tanto me satisfaz.5