Foi de brincadeira que falei de amor

E o peso das promessas foi tão doce

Musicando de azul o que acreditei

Enchi você de delicadas flores

E contei os dias que passavam lentos

Saboreando teu sorriso largo

Tocando de leve teus sentimentos

Com vontade de um beijo sereno

Na Páscoa, umas 30 crianças lembram de você, lhe dão ovos e chocolates. Na Maioria crianças até o 5º ano; um ou outro do Fundamental 2 e outro do Médio.

No Dia dos Professores, umas 30 crianças lembram de você, lhe dão lembranças e chocolates. Na Maioria crianças até o 5º ano; um ou outro do Fundamental 2 e outro do Médio.

No Natal , umas 30 crianças lembram de você, lhe dão lembranças e chocolates. Na Maioria crianças até o 5º ano. Mas um ou outro do Fundamental 2 e outro do Ensino Médio.

Em época de Copa do Mundo, umas 200 crianças lhe ajudam a completar o seu álbum sem que você gaste um real; ganhando inclusive o álbum. Na maioria crianças do Ensino Médio, uns e outros do Ensino Fundamental 2 e alguns até o 5º ano.

Obrigado!

 

Não conheço uma pessoa no mundo que não goste de viajar. Isto porque viajar possibilita sair de onde estamos agora e conhecer outros lugares, pessoas, espaços. Viajar significa dar uma “brecha” nos nossos loucos dias de trabalho e estudo e sermos um pouco egoístas: pensar SÓ em nós mesmos. Viajar abre a janela da nossa alma, é como comer uma comida nova ou respirar um perfume novo, arriscar-se sair da rotina e nos permitir pegar um outro caminho, uma área “totalmente desconhecida”.

Há quem viaje com os livros, onde cada leitura proporciona encontros com o outro e com nós mesmos. Há quem precise apenas se sentar, abdicar-se do barulho e uma nova viagem começa, a viagem interna, uma espécie de viagem do pensamento. Bem, eu? Eu gosto é de colocar minha velha mochila surrada nas costas com aquilo que preciso para viver alguns dias, algumas poucas roupas, uma barraca, um saco de dormir, uma boa música e sair mundo afora. Então para compartilhar com o mundo essa experiência nova, que normalmente me permito fazer sozinha, vou colocando ela em pedaços de papel e compartilho. Seja através dos blogs ou até mesmo da fotografia, vou recortando o mundo novo que visito e guardo, na certeza que aquelas fotografias ou palavras não são só imagem pra mim, mas cheiro, toque e muita degustação.

Há quem pense que para viajar é preciso muito. Na verdade precisa-se de disposição e nada mais. É possível montar roteiros pequenos de viagem, como um final de semana, e torná-los tão inesquecíveis quanto aquela viagem dos sonhos pela França, Bariloche ou a India. Viagens são muito mais as escolhas que fazemos do que os lugares que visitamos. E claro, aquilo que você permite entrar no seu mundo. Quanto mais aberto estamos para nossas viagens, mais momentos mágicos podem nos surpreeender. É o toque mágico do outro em nossa nova histórias. Nestes momentos deixo que o outro conte a história pra mim. No meu caderno novo, branco em folha, sem muito se preocupar com as linhas deixo que ele vá rasurando, permito que ele faça um rascunho desta nova “”nossa”” história. E quando, mesmo que sozinhos indo viajar, nos deparamos com outras pessoas para dividir…ai que tudo fica melhor. Me lembro nitidamente de estar perdida dentro da cozinha no albergue lá em Manaus quando uma menina de 16 anos local me disse – Ah mas você vai comer sozinha? Nada disso..vamos juntar nossas coisas, chamo mais algumas pessoas e assim teremos conversas para uma tarde toda. E aquela tarde, até hoje na minha vida, se tornou uma recordação amorosa, um deleite e uma inspiração. É uma das que me recordo com mais prazer. Ou quando sem nenhuma vergonha na cara pedi a uma senhora lá em Belém do Pará para subir em seu telhado para fotografar o Círio de Nazaré. Não só ela cedeu o telhado como me acolheu, e ainda sim depois durante uma hora de muito choro (por minha parte) ela decidiu sentar e orar. E ouvindo suas orações meu coração começou a se acalmar. Até que em determinado momento ela parou e disse: Agora vamos tomar um café, pois sua alma já está calma outra vez.

São nessas experiências que sua alma percebe que o mundo todo pertence a ela, que não há fronteiras. As fronteiras existem porque nós mesmos construimos elas. Quando você quebra essa barreira inexistente, novos caminhos surgem. Mas caminhar nele depende de você. Normalmente nosso medo nos impede de continuar. Mas é claro! Há tanta coisa nova para descobrir! Quem não temeria? Mas como somos muito sedentos de conhecimento, novos lugares e novas pessoas, acabamos movidos pela chama da curiosidade, e alguns – não todos claro – descobrem que ao compartilhar com o outro e viajar sozinho, descobrimos muito de nós mesmos: do que gostamos, o que queremos e como queremos viver pelos próximos 20 anos. Aliás viver é algo bem presente em viagens. Pois não estamos preocupados em bater metas ou matar o dragão da vez em nossa rotina de trabalho. Não existem provas nem trabalhos escolares. Existem apenas os planos de onde eu quero ir, onde irei comer, com quem irei. Nem as roupas são uma preocupação, mas sim a experiência de vida cravada em cada uma dos próximos momentos.

Cada vez mais levo a crer que as pessoas deveriam viajar todos os dias. Alguns poucos minutos de liberdade para si. Esse exercício, que parece ser bobo, libertaria muuitas almas, e assim elas não desaprenderiam a pedir. Ficar tanto tempo caladas fez com que elas desaprendessem a pedir. Vivem com aquilo que oferecemos. E depois somos nós que dizemos que a vida passou bem diante dos nossos olhos. e fomos apenas expectadores dela, quando deveríamos ter nos esforçado para nos tornarmos os atores principais.

Venha você também viajar comigo e descubra mais sobre si mesmo.

Não é ranking ok?

  1. Tomar café numa cafeteria à la francaise no meio da semana.
  2. Ficar horas no rádio falando com sua melhor amiga sem pagar nada.
  3. Encontrar um certo alguém online (mesmo que você não tenha o que dizer.
  4. Tomar chai antes do yôga.
  5. Yôga.
  6. Tomar chai depois do yôga.
  7. Ter uma barra de chocolate meio amargo no carro quando perdida e cansada após uma viagem de 40 minutos transformada em 4 horas!
  8. Amigos.
  9. Deus.
  10. Família.
  11. Fazer o que gosta e gostar do que faz!

Severiano Ribeiro defendia a teoria de que o cinema é a maior diversão. Sim, o caráter lúdico das imagens em movimento é inegável. Porém, nem só de finais felizes e histórias fantásticas vive a sétima arte. Há também uma penca de produções que são capazes de chocar plateias ao redor do mundo.

Na lista abaixo estão 10 filmes que, na minha opinião, fazem jus a essa pequena parcela de cinema chocante. Foram banidos, proibidos e amaldiçoados, mas resistiram e entraram, de certa forma, para a história do cinema. São obras que, inegavelmente, têm lá o seu valor, pois trabalham com temas universais e conseguem tirar o espectador de um lugar confortável – por mais que despertem a ojeriza e o repúdio.

Lembrem-se: é a minha lista, ok? Se vocês acham que eu esqueci daquele filme búlgaro bizarro ou daquela produção escatológica da Nova Zelândia, vão em frente e façam a sua própria lista ali nos comentários.

Conheça-os. E veja-os, se tiver estômago e nervos fortes.

Hated (1984), de Todd PhillipsTodd Phillips foi o cara responsável por Se beber, não case, fantástica comédia que faz um humor incorreto e escatológico. Pois é ele o diretor de um dos documentários mais perturbadores da história. Hated conta a história de GG Allin, vocalista da banda The Murder Junkies. As pessoas iam aos seus shows não por causa da música, mas pelo festival de atrocidades promovido pelo cantor. O documentário contém cenas de Allin bebendo o mijo de uma puta, defecando no palco, jogando a merda no público, se cortando com lâminas de barbear, socando mulheres e outras atividades igualmente chocantes. Um petardo!
Holocausto canibal (Cannibal holocaust, 1984), de Ruggero DeodatoMuito antes de Bruxa de Blair, lá em 1984 o italiano Ruggero Deodato já havia tido a brilhante ideia de fazer uma mistura entre o terror e o gênero documental. Anunciou a descoberta de imagens inéditas de um grupo de antropólogos desaparecidos na selva amazônica e prometeu mostrá-las na tela grande. A estratégia deu certo. Tanto que, após a sessão de estreia de Holocausto canibal, o diretor foi preso e teve que provar que seus atores, que no filme são brutalmente assassinados por uma tribo de índios canibais da Amazônia, na verdade estavam todos vivos. O curioso é que Sérgio Leone, mestre dos westerns, escreveu uma carta a Deodato alegando que Holocausto canibal era uma obra-prima. Só por isso já vale o confere.
Freaks (1932), de Tod BrowningPense bem: para que um filme de 1932 continue a ser considerado chocante, é porque o negócio é pesado de verdade. Tod Browning deixou o mundo apavorado com Freaks. Era a primeira vez que uma produção cinematográfica usava aberrações de verdade como atores. Há um homem sem braços e pernas, gente com nanismo, irmãs siamesas e artistas com tipos variados de deformações. A história sobre uma linda trapezista que finge se apaixonar por um anão milionário é verdadeiramente assustadora. O desfecho é particularmente perturbador.
Even dwarfs started small (1970), de Werner HerzogWerner Herzog ganhou notoriedade internacional a partir de Even dwarfs started small, produção que entrou para a história do cinema underground pela ousadia da proposta. O filme mostra um grupo de anões se rebelando em uma instituição psiquiátrica quando o diretor se ausenta. Eles fazem barbaridades diante da câmera, com referências críticas e ataques à religião, à sociedade e ao modo de vida contemporâneo. Detalhe: todo o elenco é composto por anões.
Subconcious cruelty (1999), de Karim HussainSó o título já é capaz de causar arrepios. Quatro histórias bizarras, que mexem com questões existenciais, como a gravidez e a religiosidade, formam o conjunto de uma das obras mais grotescas que uma mente humana foi capaz de pensar e imprimir em um fotograma. Subconcious cruelty, dirigido por Karim Hussain, é considerado por muitos a produção mais extrema já realizada. Há quem diga que é arte, há quem diga que é lixo.
Pink Flamingos (1972), de John WatersJohn Waters e seu diferenciado senso de humor, sarcástico e ácido, deixou muita gente enojada e revoltada com o inigualável e infame Pink Flamingos. Recheado de situações bizarras, o filme mostra o enorme travesti Divine disputando com um casal de vizinhos insanos o título de pessoa mais imunda do mundo. Não foi à toa que, nas sessões de estreia, sacos de vômito eram oferecidos aos espectadores. O filme tem cenas de incesto, zoofilia, podolatria e canibalismo. Fora um ânus cantante, que abre e fecha ao som de “”Surfin’ bird””, e a célebre e imunda sequência na qual Divine come fezes fresquinhas e quentinhas de um pequeno poodle.
I spit on your grave! (1978), de Meir ZarchiNão conheço um título de filme mais bacana do que esse. E olha que esse nem é o oficial. Na verdade, I spit on your grave é um nome alternativo para Day of the woman. Trata-se de um genuíno exploitation – uma história de vingança com requintes de crueldade. Um mulher é estuprada até ser dada como morta por um grupo de homens. Porém, ela sobrevive… Aí, já viu, né? As cenas de violência sexual deixaram muita gente em estado de choque.
Salò ou os 120 dias de Sodoma (Salò o le Centoventi Giornate di Sodoma, 1975), de Pier Paolo PasoliniPasolini foi um daqueles diretores que elevou o cinema ao status de obra de arte. Conseguiu tal feito com uma filmografia contundente, na qual foi capaz de criticar o sistema e os valores do seu tempo. Saló, se não é a sua obra-prima, é certamente seu trabalho mais polêmico. Funciona como uma denúncia às praticas do fascismo. Ao longo do filme, um grupo de jovens é torturado e humilhado. São quase duas horas de cenas bastante fortes, mas que estão inseridas dentro de uma proposta contestadora.
O massacre da serra elétrica (The Texas Chainsaw Massacre, 1973), de Tobe HooperFoi no início da década de 70 que Tobe Hooper praticamente inaugurou um novo conceito estético nos filmes de terror. Por incrível que pareça, O massacre da serra elétrica, produção independente de baixíssimo orçamento, tem apenas quatro minutos de cenas com sangue. O resto é terror psicológico, com sequências realmente perturbadoras. Para piorar – ou melhorar -, o roteiro é baseado em uma história real, que dá conta de uma família de psicopatas que retalhava e mutilava suas vítimas. Leatherface e sua serra elétrica se transformaram em ícones do cinema do horror.
Jesus Camp (2006), de Heidi Ewing e Rachel GradyDocumentário é o meu gênero preferido. Muitos foram os que me deixaram impressionados. Porém, após conferir Jesus Camp eu fiquei realmente incomodado. O filme acompanha de perto um acampamento cristão para crianças estadunidenses. Vê-las gemendo, tremendo, se contorcendo e gritando louvores aos prantos em uma espécie de transe é uma experiência chocante e assustadora! Tão assustadora quanto as sequências nas quais as mesmas são ensinadas a adorar Jesus e Geroge W. Bush.

Seria isso possível?

Poucos dias pra copa do mundo de 2010. Quero registrar os momentos com os amigos, os parentes e os colegas de trabalho. O que fazer pra obter melhores imagens?

Vamos lá!

Pegue seu equipamento e divirta-se! Se você não tem paciência para ler “toooodo” manual, procure sempre ângulos diferentes. Aqueles onde os olhares desatentos das pessoas do local não perceberam. Vá para baixo da mesa, por trás da TV, registre os olhares na hora da emoção! Se posicione em locais estratégicos, em planos mais altos, mais baixos. Faça de conta que é o olhar de um gato como espectador da cena, talvez uma mosca.

Uma boa dica também é procurar objetos pra colocar em primeiro plano. Quando fazemos isso bem de pertinho, conseguimos desfocar o fundo. Experimente focar uma bandeira do Brasil bem de perto, e pra compor a foto seus amigos no sofá assistindo ao jogo. Uma latinha de cerveja, um apito… Use a criatividade. Fica incrível!

Saiba que o olhar é muito mais importante que a técnica. Contemplando suas novas fotos, você tomará gosto pela coisa e quem sabe até ler “toooodo” manual da sua câmara.

Fique atento para as próximas dicas que daremos.

Bons clicks, bom jogo e sorte pra seleção!!!!

 

Curiosidade:

Você sabia que o nome correto é CÂMARA e não camera?

Por ser uma caixa escura, tem esse nome. Um fio de luz entra nesta caixa e registra as imagens.

Fotografia: FOTO = Luz. GRAFIA = Escrita.

Escrevendo com a luz!